Os dez Erros De Comunicação Que São capazes de Encerrar

20 May 2019 12:35
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<h1>Acesse Nossas Informa&ccedil;&otilde;es Pra Fisgar O Homem De Capric&oacute;rnio</h1>

<p>De tempos em tempos, os &iacute;ndios tupi-guaranis, que habitam o centro-sul do Brasil, deixam a aldeia onde est&atilde;o institu&iacute;dos e seguem para o leste, em busca da Terra sem Males - um territ&oacute;rio onde, segundo a tradi&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o existe morte. Como Conquistar Um Homem T&iacute;mido um relato antropol&oacute;gico da primeira d&eacute;cada do s&eacute;culo XX que, certa vez, um dos &iacute;ndios mais velhos da tribo desatou a lacrimejar e n&atilde;o parou mais.</p>

<p>Ele havia sonhado que o grupo devia abandonar neste momento a aldeia. Como Alcan&ccedil;ar Um Homem Pra Casar como&ccedil;&atilde;o do velho com a proximidade da partida fez com que todos se comovessem e chorassem juntos. A choradeira, de horas a fio, teve conota&ccedil;&atilde;o de despedida, mas tamb&eacute;m foi sinal de solidariedade e integra&ccedil;&atilde;o do grupo. Do ponto de vis&atilde;o fisiol&oacute;gico, as l&aacute;grimas comovidas dos tupi-guaranis s&atilde;o quase as mesmas que voc&ecirc; derrama quando est&aacute; cortando uma cebola e fica com os olhos irritados. Elas n&atilde;o passam de gotinhas produzidas pela gl&acirc;ndula lacrimal e constru&iacute;das por tr&ecirc;s camadas: uma pel&iacute;cula de gordura, mais externa, envolvendo o recheio de &aacute;gua, que fica sobre um filete de muco.</p>

<p>S&atilde;o assim sendo tamb&eacute;m as l&aacute;grimas lubrificantes ou basais, que servem pra umedecer, nutrir e limpar a c&oacute;rnea, fabricadas numa m&eacute;dia de 1 ou 2 microlitros por minuto (um microlitro equivale a 1 litro dividido por um milh&atilde;o). Contudo h&aacute; alguma diferen&ccedil;a entre as l&aacute;grimas com atividade lubrificante, as que surgem como reflexo a um cisco, e as l&aacute;grimas emocionais, como as derramadas pelos &iacute;ndios? Sim, h&aacute;. O que mais intriga os cientistas em nossos dias &eacute; propriamente este terceiro tipo, exclusivo dos seres humanos: as l&aacute;grimas que s&atilde;o vertidas no momento em que choramos para expressar algum sentimento.</p>

<p>Ao contr&aacute;rio das basais e das reflexas, que t&ecirc;m um prop&oacute;sito bem institu&iacute;do, tais l&aacute;grimas n&atilde;o trazem nenhum benef&iacute;cio especial pra c&oacute;rnea ou para a superf&iacute;cie ocular. “Por que, desse jeito, o olho, motivado por uma emo&ccedil;&atilde;o qualquer, produz uma secre&ccedil;&atilde;o? ”, pergunta o oftalmologista espanhol Juan Murube Del Castillo, da Escola de Alcal&aacute;, em Madri.</p>

<p>A hip&oacute;tese mais plaus&iacute;vel, segundo ele, &eacute; que o choro tenha surgido antes da linguagem mencionada, como uma frase m&iacute;mica pra noticiar ang&uacute;stia. “O homem de imediato havia esgotado os recursos faciais - como movimentos musculares de suspender a sobrancelha ou de morder os l&aacute;bios - para difundir estados an&iacute;micos de curiosidade, surpresa ou susto, por exemplo”, diz Murube. “Precisava escolher uma nova frase no rosto pra relatar ao outro que sentia afli&ccedil;&atilde;o. Principal Aposta Do Palmeiras, Borja Tem 1&ordf; Prova De Fogo No Clube busca das raz&otilde;es biol&oacute;gicas que provocam as l&aacute;grimas emocionais, Murube tem estudado, desde 1992, epis&oacute;dios de choro de estudantes de medicina, na tentativa de descobrir um ponto em comum entre os estados emocionais que desencadeiam o pranto.</p>

<p>At&eacute; hoje, em torno de 400 estudantes, de ambos os sexos e com idade entre 23 e 30 anos, de imediato responderam a um question&aacute;rio semanal sobre quando, onde e por que choravam. Ap&oacute;s ler mais de 1 cem cap&iacute;tulos de choro, Murube chegou a algumas conclus&otilde;es surpreendentes. A m&eacute;dia de choro emocional entre os jovens universit&aacute;rios foi de por volta de tr&ecirc;s vezes por semana para as crian&ccedil;as e duas vezes pros fedelhos. Como Saber Se Ele Est&aacute; Sendo Sincero Comigo? -se mais &agrave;s sextas-feiras e aos s&aacute;bados, j&aacute; que s&atilde;o os dias em que as rela&ccedil;&otilde;es interpessoais se intensificam.</p>

<p>A choradeira bem como &eacute; mais comum &agrave; noite, no momento em que as pessoas saem do servi&ccedil;o, acham a fam&iacute;lia, v&ecirc;em os namorados e mergulham na sua exist&ecirc;ncia pessoal. Segundo Murube, as l&aacute;grimas emocionais s&atilde;o capazes de ser identificadas, em linhas gerais, como “pedidos de ajuda” (agonia f&iacute;sica, temor, raiva, humilha&ccedil;&atilde;o, solid&atilde;o, amargura) ou como “oferecimentos de ajuda” (solidariedade, entrega religiosa, afeto passional, carinho humanit&aacute;rio, lembran&ccedil;as sentimentais, alegria).</p>

<p>“O choro de pedido de aux&iacute;lio podes ter surgido entre os seres humanos h&aacute; uns 50 000 anos, simultaneamente ao aparecimento da linguagem falada e &agrave; inevitabilidade de expressar conceitos abstratos”, diz Murube. Mil&ecirc;nios mais tarde, apareceu o choro de doa&ccedil;&atilde;o de ajuda, que requeria estados ps&iacute;quicos mais evolu&iacute;dos e, sobretudo, empatia - a institui&ccedil;&atilde;o de ensino mental e emocional de se p&ocirc;r no recinto do outro. “As l&aacute;grimas s&atilde;o um robusto aparelho de intercomunica&ccedil;&atilde;o com os demais”, afirma Murube. O emprego das l&aacute;grimas pra comunica&ccedil;&atilde;o aparece nos prim&oacute;rdios da inf&acirc;ncia. O mo&ccedil;o chora pra chamar a aten&ccedil;&atilde;o dos pais e afirmar a eles tuas necessidades f&iacute;sicas.</p>
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<li>Yop-tchagui - Chute com a faca do p&eacute;</li>

<li>Denise comentou</li>

<li>Imagem em grupo</li>

<li>Se quiser devagar, mas descomplicado, vais ser lamentoso</li>

<li>45 Diva Junqueira Arrel</li>

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<p>“Trata-se de um artif&iacute;cio peculiar da esp&eacute;cie humana, cujos filhotes, dependentes, exigem aten&ccedil;&atilde;o e cuidados durante um &oacute;timo tempo. Desta forma, o choro necessita ser agudo e violento pra funcionar como um excelente sinalizador”, diz o et&oacute;logo C&eacute;sar Ades, da Universidade de S&atilde;o Paulo. O choro tamb&eacute;m permite que sejam criados la&ccedil;os de apego entre o guri e seus protetores.</p>

<p>Conforme cresce, a mo&ccedil;a percebe que, com as l&aacute;grimas, poder&aacute; controlar estabelecidas situa&ccedil;&otilde;es - ter os pais mais pr&oacute;ximos, tendo como exemplo, ou obter uma aten&ccedil;&atilde;o especial. Entretanto o choro dos guris n&atilde;o localiza receptividade em todas as culturas. Entre os tiv, tribo africana do norte da Nig&eacute;ria, pais e bab&aacute;s desencorajam o choro das mo&ccedil;as rindo delas, tapando suas bocas e apertando suas narinas.</p>

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